terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PARA O ROTEIRO

   (Maio de 2011)
-Uma figura que nao sabe onde é a saída
-materializaçoes de diferentes espaços
-uma auto-reflexão
-um bloco de medições, comparaçoes e valorizações de corpos-carne
-uma falta no meio do excesso
-uma cabra cega
-um homem que não levanta da cadeira
-um pegador sem pegantes
-uma figura que esconde alguma coisa
-a descrição geométrica de um faqueiro
-3 tentativas de passagem
-um coro cego
-um movimento que passa do coro à 1 corpo
-um medo sobre-humano (suspensão)
-uma repetição do inicio ao fim
-uma alusão ao que está lá fora
-uma descrição da cidade
-uma partitura coletiva
-uma partitura de duplas
-um uso do público
-um desvendamento do espetáculo
-uma sala vazia
- Música quase imperceptível mas audível. Presente.
Algo que precise de desatenção para ouvir. Repetitiva, quase invisível. Envolvente. Repetitiva.
Que seja extranha mas que não dê vontade de sair.
Repetitiva.
Música que faça-nos (e aos outros também) ser a música, pertencer a ela.
Deseja-la, querendo fugir dela.
-um momento de dispersão total de ações
-uma dança com todos juntos
-uma troca constante de alguma coisa, algo que passe de mão em mão, que simplesmente passe, não precisa ser ressaltado, apenas passado para mover corpos
-um chupador de pedras
-um choque de vetores
-uma extripação
-uma mulher nua embrulhada em plástico filme
"Uma moça mija enquanto tenta exibir sua beleza. Sexo no plástico bolha. Volúpia do consumo. Atração e repulsão. Figuras artificiais. Azul escuro. Laranja"

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